domingo, 20 de junho de 2010

E começa a fuga

A qualquer momento seria a hora. Essa espera iria acabar. Aline nem tinha dormido de noite sabendo que seu destino iria ser traçado naquelas horas da manha. Sentada na cama daquele quarto branco, o medo perseguia o seu intimo. Não era facil estar presa numa nave de alienigenas, prestes a tentar escapar. Mas olhando para o lado e vendo aquele homem alto, branco de cabelos negros e olhos concentrados na porta, que o que tinha como meta era só tira-la dali, Aline tinha mais segurança. Faltava poucos minutos para os etes virem fazer suas visitas diarias para leva-los para um exame horrivel. Dessa vez não ia ser como o planejado deles.
De repente o barulho no corredor. Era barulho abafado, dificil de escultar, mas o silencio podia fazer se ouvir uma agulha caindo no chão. O coração de Aline parece que para. Ela prende a respiração como se aquilo ajudasse. Luciano segura firme no pé de uma das camas que ele tinha quebrado a pouco tempo. Era com aquilo que iria agredir o Ete. A porta se abre. O ser era a mulher loira e não o policial. Ela viu de primeira Aline e com um sorriso maligno já ia para aplicar-lhe a ingeção, tirada do bolso do jaleco branco. Mas ela nem percebe Luciano indo cautelozamente para trás dela e esticando o pé da cama pronto para dar lhe um golpe  fatal no pescoço. Com toda força Luciano desse o pé da cama contra o pescoço da Ete. Ela parece que tinha sido atingida por um travesseiro. E vira-se nervosa para Luciano. Aline aproveita da estupides da mulher loira. E empurra a mão da propria Ete com siringa para a perna dela. A agulha afunda na perna da Ete que surpresa se vira para Aline, mas Aline corajosa, afunda a outra ponta da seringa jogando o liquido no sangue da Ete. A mulher loira ainda tem forças para joga-la contra a parede. Aline sente suas costas arderem de dor. A Ete já caindo de joelhos vai para cima de Aline, mesmo com os varios golpes de Luciano nela que não fazem nada com ela. Quando a Ete já está a menos de dois centimetros de Aline ela cai desmaiada. Luciano recuperando o felego das varias batidas na Ete vai ajudar Aline se levantar  que com pontadas do lado esquerdo se levanta com dificuldade. Mas logo os dois já estam correndo pelo corredor em disparada até ao refeitorio armados apenas pelo pedaço de pau.
Chegando a porta do refeitorio eles tentam abrir mas está trancada.
- A chave deve estar no bolso da loira! - Diz Aline reculperando o folego.
Os vam para voltar quando veêm ela já em pé com mais dois Etes atrás dela se aproximando ambos furiosos. Luciano e Aline voltam correndo para a porta que dá ao refeitorio. E Luciano com toda a rapidez que pode se joga contra a porta abrindo-a. Aline o segue atravessando o refeitorio que antes cheio agora estava vazio. Tinha mais três portas de saida para o refeitorio. Tinha que decidir logo, pois a loira já estava atravessando a porta que eles tinham arrebentado.
Luciano do mesmo jeito corre até a porta do meio se atira nela arrebentando-a também. Aline em desespero percebe que eles estavam num corredor muito parecido com a do seus, com infinitas portas. Como iriam achar Cidinha ali?
Aline vê no modo mais facil:
- Cidinha! - Para a surpresa deles Cidinha responde:
- Rapido aqui! - Eles correm para a unica porta que estava aberta de onde saia o som e vê chocados. Dois Etes na forma de dois homens enormes aplicando a enjeção em Cidinha ela já começava a desfalecer. Os dois correm para cima de Luciano e Aline. Com esperteza os dois apenas fecham a porta, eles só ouvem o barulho dos Etes batendo contra a porta. Aline abre a porta novamente e antes dos dois conseguirem se levantar ela já pega a ciringa pela metade aplica nos dois. O que não causaria efeito tão bom. Luciano só tem o tempo de pegar a arma dos dois e mirar na loira e ne seus dois companheiros que chegavam correndo. Eles recuam assustados. Mostrando que aquela arma tinha poder de machuca-los ou até matalos. A loira sorrindo fala:
- Vocês querem ir para onde? Não há mais como fugir!
- Aline pegue Cidinha e vamos sair daqui! - Diz Luciano apontando as duas armas para os Etes.
Aline segura sua amiga que ainda parecia lucida.
- Vamos sair daqui Cidinha. Vamos me ajude!
Aline se desfalecia em seu braço. Mas com coragem ela a tira da sala indo para o corredor. Luciano mostrando que não estava brincando aponta para a quarto com o naris.
- Esvaziem os bolços, tirem os jalecos e entrem no quarto.
Eles obedecem. Sem duvida aquela arma tinha muito poder. Os etes tiram dos bolsos três chaves parecendo de castelos antigos, e a loira tira do bolso dois cartões. E deposi tiram o jaleco e entram na sala. Aline coloca Cidinha já desmaiada no chão e pega as chaves fecha a porta e tranca.
Estava acontecendo. Estavam fugindo da nave. Mesmo com Cidinha desfalecida agora tinham a certeza que sairiam daquela nave vivos ou mortos.

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