.jpg)
A pistola de prata mirava para a cabeça de sua prima. Cidinha tremia em desespero com os braços algemados para frente enquanto a brasa do fogo da chamine crepidava em meio ao silencio da rua. Os olhos azuis da mulher olhavam sem nenhuma piedade para as duas moças, enquanto seu marido marido careca meio tremendo estava pronto para atirar. Aline tinha que pensar em alguma coisa. Não podia voltar lá para fora.
- Foi um engano! - Diz Aline soltando o folego. - Você ouviu no radio que estão acontecendo assassinatos. E o policial pensou que era agente. Porque um cara caiu na nossa frente morto.
- Caras não caem morto atoa. - Diz a mulher com um sorriso maldoso. Mas Aline é esperta e fala:
- E céus não escurecem ao meio dia. Acho que tem muita coisa de estranho acontecendo hoje. E temos de nos unir.
O home abaixa a arma.
- Eu sou Rodolfo e ela é Magali.
A mulher pareceu não gostar que o marido abaixasse a guarda daquele jeito.
- Ela é Cidinha e eu Aline. - Diz Aline se sentando junto de Cidinha.
- O que está acontecendo? Quando escureceu eu e minha esposa fechamos as portas e nos trancamos aqui dentro.
- Uma nevoa negra e esquisita tomou conta da cidade. E o policial que nos prendeu simplesmente caiu com a cabeça aberta do nosso lado. - Diz Aline respirando fundo e descansando no sofá.- E algo nos perseguiu quando saimos do carro.
- Algo? Como assim algo? - Diz Magali com medo.
- Não sei. Sei que tenho que libertar minha amiga. Vocês tem ideia como?
O Rodolfo se levanta e abri uma gaveta e de lá tira duas pinsas. E vai até as duas.
- Estica o braço garota.
Enquanto Rodolfo tirava as algemas de Cidinha, Aline se levanta abre a porta um pouco olhando para o corredor. E para a porta de onde tinham saido. Estava arrebentada. Ela fecha a porta com medo. Magali a vendo branca logo pergunta.
- O que foi?
- O que quer tenha nos perseguido está aqui dentro!
Cidinha esfrega os puços assustada já livre das algemas.
- Temos que sair daqui!
Rodolfo tirando sua arma do bolso novamente diz segurando ela proxima ao rosto.
- Sigam-me.
Rodolfo foi na frente segurando na mão de sua mulher. Cidinha ia depois e atrás ia Aline.
Como aquele corredor parecia mais assustador agora. A porta e janela do quarto arrombada trouxe a nevoa para o corredor dificultando a visão. O homem tira o celular do bolço e acende a lanterna para iluminar o lugar. Mas isso não ajudar muito.
- Temos de ir até a garagem. Lá temos um carro e podemos ir para um lugar seguro.
E continuam a andar. De repente passos ao longe fazendo eles pararem. Rodolfo com a voz tremula fala:
- Ei! Tem alguém ai? Estamos fechados para visitas hoje!
Eles continuam a caminhar. E atravessam a porta de onde a pouco tempo Aline e Cidinha tinham passado. Estava tudo destruido. Varios arranhões e sangues estavam espalhados pelo lugar. Magali olha aterrorisada para cena tapando a mão com a boca.
- Vamos sair por aqui mesmo! - Fala Cidinha com medo.
- No carro estaremos mais seguros. - Diz Rodolfo continuando.
De repente em meio a escuridão atrás deles um estrondo, e outro, e outro... eram passos de alguém muito pesado.
- Corram!!!- grita Aline dando inicio a uma correria. Os quatro corriam em desespero no corredor. Rodolfo corria e mirando para trás atirava, mas cada tiro parecia que fazia o monstro correr mais rapido. Seguindo Magali eles entram numa das varias portas do grande corredor. Que dava numa escada extremamente estreita. Descendo a escada em desespero todos continuam a gritar de desespero:
- Vai! Vai! Vai!
Até que no fim da escada uma outra porta e ao abri-la finalmente dá numa garagem onde ainda não tinha neblina e não era nada parecido com algo medieval. Mas continuava escuro e assustador com um monstro atrás deles. Aline que foi a ultima a sair fecha a porta e junto de Cidinha aguenta o baque que o mostro dá ao bater contra a porta.
O casal corre até o unico carro na imensa garagem. E em desespero Rodolfo corre na frente e apenas quebra a janela do carro com o cutuvelo. A mulher correndo do outro lado apenas grita:
- Amor!!! - Reclama ela.
- Esqueci a chave do carro.
Rodolfo entra no carro e libera a porta para a esposa. E corre para a ajudar Aline e Cidinha que com coragem seguravam a porta que para o terror de Rodolfo ela via que as batidas do monstro não estava só quebrando a porta e sim as paredes da escada. Ele pensando rapido pega uma dos cabos de aço no chão do estacionamente que era usado para segurar vagas e coloca contra a porta dando tempo de Aline e Cidinha sair e entrar dentro do carro onde a esposa de Rodolfo já tentava fazer ligação direta.
- Você sabe fazer isso?
- Não. Eu vi nos filmes.- Responde ela tentando desencapar fius com a boca. De repente um estouro a porta se arrebenta esmagando Rodolfo contra a parede.
- Não! Rodolfo! - Grita em desespero Magali soltando os fios. Aline pensa rapido e pega os fios novamente ligando passando novamente um no outro e ligando o carro.
Mas Cidinha do banco de trás do carro apenas via com assombro do meio da neblina que saia do buraco da porta da escada e em meio ao sangue de Rodolfo a sombra de uma criatura enorme e assustadora.
Só tinha dado tempo dela ver a sombra pois Aline já no banco do motorista acelera o carro já saindo da garagem arrebentando o portão. Magali chorava em desespero. Cidinha estava traumatisada com o que tinha visto. E Aline desviava dos carros, corpos, rachadura e destruição. Rio de Janeiro estava destruido.
- Para onde vamos Aline? - Pergunta Cidinha em meio aos choros de Magali.
- Vamos para Bahia. Achar esse Lu!
Sim. Aline não iria desistir. Mesmo com o Apocalipse acontecendo e um terrivel monstro as seguindo. Mas será que tudo dará certo com as nossas heroinas? Agora com uma nova parceira, Magali, a viuva. Vejam nos proximos episodios.
Nenhum comentário:
Postar um comentário