Olhando hipnotizada para as pessoas na rua correndo e conversando Aline mau percebe mais alguém chegando no beco atrás do bar restaurante além do cara do balcão e sua prima. Essa pessoa desse sua mão pesada no seu ombro falando seriamente.
- Vocês estão presas moças.
- Aline se vira para ver dois policiais com algemas na mão. - Tem o direito de ficar calada, tudo que você falar pode ser usado...
- Aline se vira para ver dois policiais com algemas na mão. - Tem o direito de ficar calada, tudo que você falar pode ser usado...- Cara. O mundo está acabando e você quer me prender por roubar umas roupas? - Diz Aline indignada.
- Mundo acabando o que? Isso é só um eclipse. - Diz um dos policiais a levando para dentro da viatura de policia junto da prima.
Cidinha em desespero começa a chorar.
- Moço não faz isso. Eu estou gravida. E eu estou indo buscar o pai.
- Pois vocês vão procurar o pai dele lá da delegacia.
Assim nossas duas heroinas entram no banco de trás da viatura da policias e os dois policiais nos dois bancos da frente. O carro sai fazendo o coração das duas acelarem. O carro mau se movia na estrada pelas pessoas no meio da rua vendo o céu escuro. O policial que dirigia o carro nervoso businava para o povo sair da frente. Ele era bem mais alto que o outro. Mas seu bigode deixava-o bem mais velho que o outro.
Cidinha chorava e Aline tentava acalmar a amiga.
- Calma Cidinha. Vamos sair dessa.
- Como Aline? Minha mãe vai me matar? Você já viu minha mãe nervosa por acaso?
De repente um outro tremor. Esse bem mais forte que os outros fazendo varios carros estacionados dispararem os alarmes. Os policias param o carro.
- Você ainda acha que é só um eclipse policial? - Diz Aline.
- Cala a boca. - Diz o policial nervoso.
O silencio toma conta da rua. Mais temeroso o policial sai com o carro.
- Hugo, vai com calma. - Diz o outro policial.
- Eu estou indo com calma Geraldo. - Diz Hugo nervoso. No meio da escuridão pessoas correm de um lado para o outro. De repente as luzes de todas as casas desligam fazendo varias pessoas gritarem nas ruas e nas casas.
- Meu Deus. - Grita Cidinha assustada.
O radio do carro começa a chiar enquanto a viatura andava quase parando. E a voz de uma mulher sai do radio.
- Todas as viaturas para o mercado municipal. Todos estão loucos saqueando as lojas.
Hugo e Geraldo se entreolham.
- Vai a pé até lá Geraldo. Eu levo as garotas à delegacia.
Geraldo sai do carro e o policial acelera o carro indo para outra rua acaba num congestionamento. Ele liga a cirene mais nenhum dos carros saem do caminho.
- Mas que droga.
Aline com aldacia fala:
- Seu policial libera agente. Vai cuidar de seus afazeres.
- Meus afazeres é prender vocês duas. - De repente do começo do congestionamento pessoas começam a gritar em desespero, gritos bem piores do que antes.
E aos poucos em meio a escuridão as duas moças e o policial veêm o motivo de tanto desespero. Uma neblina negra imensamente densa avança contra os varios carros.
- Cruz em credo. - Grita Cidinha apertando filme a mão da prima. E quando a fumaça vai para atravessar o carro. As duas apenas fecham os olhos e abaixam se deitando na poltrona do carro.
Businas e gritos se ouvem. As duas apenas abaixadas ouviam tudo. Mas de repente em meio a gritos de desespero e businas, carros começam a bater um contra os outros para tentarem sair do congestionamento.
- Temos que sair daqui! - Grita Aline se levantando e cutucando Hugo. Mas para seu desespero o cutucão, faz o corpo imovel do policial cair para o lado mostrando sua face fria e morta com um buraco enorme na testa como se algo tivesse utrapassado ele. As duas gritam em desespero ao ver aquela terrivel cena.
Muito bem. A coisa está ficando mais assustadora que o normal. Aline e Cidinha se veêm em uma situação apocaliptica. E parece que as coisas só estão pendendo para piorar. O que será que vai acontecer com as duas garotas? Vejam nos proximos capitulos.
O policial almenta o
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